brasil 3 X 1 costa do marfim
segunda-feira, 21 de junho de 2010 @ 21:37
Eu adoro sair de são paulo, ainda mais ir pra ibiuna.
Dessa vez fomos de última hora, no sábado a noite para assistir no domingo o jogo do brasil contra a costa do marfim, que tava mais pra luta livre no final do que qualquer coisa, mas o brasil ganhou de 3 a 1 e isso que importa.
Na verdade eu só to postando isso para postar o vídeo de alguns momentos de alcoolismo na churrasqueira, mas já que eu comecei a escrever vou deixar algumas frases soltas para me lembrar algum dia que eu volte a ler isso aqui.
Dehds falando não sei o que da pomba gira
pepe -> pomba gira não é puta?
kelly -> não é pq é puta que a bomba vai girar nela como uma puta ambulante...
a gente -> que?
kelly -> é ué
raissa -> voce sabe o que é ambulante?
kelly -> lógico, é quando voce fica quieto, parado, igual um COMELÔ!
Kelly no mercado -> me vê 300 gramas de queijo prada...
Eu e o léo num bar as 4 da manhã, numa cidade desconhecida sem uma alma viva (só nesse bar), sendo que o dono era uma bicha bem graaande que parou no balcão e berrou: "manhêê, me traz o cilindro?"
vou parar por aqui pq não tem a mínima graça pra quem ta lendo isso, só na hora que foi engraçado....
então fiquem com o vídeo, que vale muito a pena ser visto até o fim:
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pega um, pega geral, hoje eu vou pegar você
quarta-feira, 9 de junho de 2010 @ 22:29
O que você realmente acha que está proibindo? As drogas? O controle de traficantes perante o Estado? A violência? A liberdade? De todas essas, qual é a opção que qualquer um encontra em cada esquina? Sim, as drogas! Do qual tipo o consumidor estiver procurando. O fato de apenas essa ser ilegal, não significa que ela esteja realmente proibida e sim, que as suas consequências andam por aí, escondidas no bolso de algum traficante. Fumar um simples baseado significa atualmente estar financiando o narcotráfico, de estar contribuindo para a compra de armas, de estar incentivando crianças e adolescentes a largarem a escola em função de uma promessa de melhora de vida. Vivemos cercados por favelas; comunidades muito mais organizadas que o Estado e muito mais seguras, onde vigora a própria lei da sobrevivência que é respeitada até por quem nunca pensou em usar qualquer tipo de substância ilícita.
Punir um drogado com tapas, prisões e tribunais não vai solucionar o problema, a questão vem da educação, da família, da psicologia. Seria até insensato pensar que alguém que apanha vai se afastar do uso de drogas pesadas, como o crack por exemplo. A escolha de fazer uso ou não dessas substâncias é de livre arbítrio e pode ser acompanhada pela informação, porém a escolha de fazer parte ou não do tráfico quando se mora no meio dele, acaba virando uma opção pela vida, mesmo que mal vivida. Seguindo deste ponto, estamos protegendo pessoas que não querem ser protegidas e deixando de lado as que mais precisam.
O tráfico é o filho bastardo da corrupção, em fatores econônicos o esquema é simples: o usuário dá o dinheiro dele para o traficante, que por sua vez se utiliza dele para comprar mais drogas e armas para se proteger, essas armas e essas drogas são usadas para matar parte da população e aquele usuário primário pode acabar em um hospital para tratamento, e quem paga a conta? VOCÊ! Você paga pelas armas que combatem os traficantes, você arca com os gastos da saúde pública, você ainda corre o risco de ser pego como refém do tráfico. Não é difícil perceber que nessa cadeia há algo errado, o dinheiro do usuário poderia não passar pelo traficante e sim pelo governo, riscando assim do esquema as armas e a violência, e consequentemente utilizando-se a verba na saúde pública, que teria apenas o trabalho de cuidar de usuários. Porém nós preferimos deixar os bilhões de reais ganhos com o narcotráfico para quem entende do assunto, depois pagamos a conta em nossas casas cercadas por muros e cameras de segurança e o governo só permite porque participa diretamente da divisão do lucro sem se queimar com a população. Assim, é o melhor caminho para todos, traficantes grandes e o governo lucram, a população paga e assim fechamos mais uma vez os olhos e fingimos que estamos evitando o uso das drogas.

Existem dois lados da corda: usuários que são vistos como vítimas e traficantes que são a origem do problema. Deveríamos mudar a nossa visão pois todos são igualmente culpados, ninguem vende se não houver compradores e ninguém compra sem que haja venda, uma coisa não só leva a outra, como também sustenta a outra, por isso, se querem mesmo punir, que essas punições sejam iguais, porque, nesse caso, para cortarmos o mal pela raíz temos que primeiro encontrar a raíz.
Um famoso ditado antigo já dizia que "é melhor prevenir do que remediar". Há duas maneiras de tentar acabar com o tráfico, a primeira é a punitiva (que é a utilizada no Brasil) e a segunda é a preventiva. Punir tende a gerar violência e acaba se transformando em um método ineficaz como observamos no nosso dia a dia, enquanto prevenir implica em demonstrar o perigo e as consequências serão deixar a pessoa tomar a própria decisão, assim a punição já estará embutida no futuro do usuário.
Só falamos em legalização quando nos referimos à uma substância, em relação à quem se utiliza da substância ilegal para qualquer fim, nos utilizamos do termo "descriminalização", que significaria não tratá-lo como criminoso. Tornando as drogas legalizadas, não teríamos criminosos e consequentemente não teríamos crime, ou seja, as pessoas falariam abertamente sobre o assunto e ficariam à vontade para pedir ajuda ou se submeterem à um tratamento. Em relação aos traficantes, alguns poderiam partir para outro tipo de atividade ilegal, porém o governo teria condições de oferecer empregos especializados em vendas controladas de drogas, além disso, tendo nossas próprias empresas e plantações, cairia também a taxa de desemprego, diminuindo outro problema de nosso Estado.
O crack e a cocaína são drogas que podem deixar uma pessoa mais violenta do que o normal, trazendo consequências para a sociedade, porém essas consequências que PODEM acontecer nunca serão maiores do que as que JÁ acontecem com o tráfico de toda e qualquer droga. O àlcool também tende a elevar o nível de stress, e mesmo assim está sendo oferecido para consumo. O tabaco vicia muito mais do que a maconha, e está sendo vendido com a devida cobrança de impostos e a devida informação sobre a consequência de se fumar um cigarro. Se as drogas fossem legalizadas o governo teria um controle maior sobre os usuários e estes teriam acesso à muito mais informação em relação ao que estão usando.
Os próprios traficantes são contra a legalização dessas substâncias, de quê lado você está?
Não é porque a droga não é legal que ela tem que ser ilegal.
Diogo Costa falando sobre o assunto:
http://www.youtube.com/watch?v=Eiqqkri3G2k
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CROCO, CROCODILO!
segunda-feira, 7 de junho de 2010 @ 00:31

Viajei para sair da loucura de São Paulo, viajei para beber, ir pra balada, me divertir com minhas amigas... Viajei para não ter horários, sair da rotina e ver pessoas diferentes.
Logo na rodoviária tiramos fotos de nossas malas para mostrar pro motorista caso nos roubassem, pegamos um trânsito de 4 horas e chegamos em campos.
Na rodoviária de lá, mal tinha taxi e tava um frio lascado, ainda bem que uma menina doida dividiu o taxi e os cigarros dela com a gente...
Na cidade tava trânsito e tinham as mesmas pessoas de são paulo, aliás pegaram são paulo jovem e mudaram todo mundo pra lá, se todos ficassem aqui mesmo não precisariam gastar dinheiro com pousadas, casas e hoteis, não precisariam passar frio, e o trânsito... sorte de quem ficou!
A faixa etária 11- 25 que estava por lá era muito previsível, ir pra balada, beber, acordar tarde, almoçar, ir pro centro fazer social, beber, balada, tudo de novo... 4 horas de trânsito para chegar em são paulo de novo.. e depois dizem que o cachorro que corre atrás do rabo que é burro.
Na balada era muito engraçado, quando chegava um grupo de meninas, elas sempre estavam com as mesmas roupas... tinha o grupo do vestido, o grupo da bota com calça, o grupo do casacão, ... criatividade turma! Uma menina até me zoou porque eu tava de all star na balada, só porque as amigas dela estavam de bota. ;/
Parece que eu to reclamando e que o primeiro parágrafo não fez o menor sentido, eu viajei, peguei o mesmo trânsito de são paulo, bebi que nem eu bebo aqui, saí apenas com 3 pessoas que eu sempre estou junto por aqui, tive medo de assalto, de estupro (essa foi um exagero da dehds), não tive horários, e quase não saí da rotina... porém, mesmo precisando ficar 4 horas na estrada tudo isso valeu a pena, apenas pelas risadas, pela compania, pela casa de madeira, o crocodilo, pelos cachorros, passeio de quadricículo e teleférico, a balada, as brigas e o companheirismo.
Por isso eu queria agradecer muito à Dehds, Bia e à Raíssa, porque nossa viagem foi maravilhosa e sem qualquer umas das 3 não seria a mesma coisa.
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